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Curitiba, tem no minimo 499 espécies de animais silvestres

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A presença frequente de animais silvestres – como bugios, jacarés e capivaras – nos quintais curitibanos não é em vão. Levantamento da prefeitura apontou a existência de 499 espécies diferentes na área urbana da capital paranaense – quantidade que pode ser ainda maior, já que o trabalho ainda não chegou a todos os bairros da cidade.

Segundo o De­­­par­­­tamento de Pesquisa e Conservação da Fauna da Secretaria de Meio Ambiente, 370 espécies de aves respondem pela maior parte desse inventário – mas há também 37 de peixes, 30 de serpentes, 10 de anfíbios, 2 de lagartos, 10 espécies de abelhas silvestres sem ferrão e 40 de mamíferos.

“Ele [o inventário] ainda não está padronizado. Estamos trabalhando há bastante tempo, em consórcios com outras instituições, mas com esforços concentrados em algumas áreas”, afirma Vinicius Abilhoa, diretor do Museu de História Natural.

Do final de 2012 para cá, o curitibano teve encontros inusitados com algumas dessas espécies: na rodoviária da cidade viu uma capivara e no principal parque, o Barigui, topou com um jacaré na pista de corrida. No Uberaba, uma dona de casa se assustou com um enorme bugio – tipo de macaco. Já em uma empresa localizada na Rodovia dos Minérios quem deu as caras foi um veado, uma fêmea, que acabou capturado e solto no Parque Lago Azul, no Umbará.

Destino

Segundo Abilhoa, quando um desses encontros ocorrer, a pessoa deve imediatamente procurar órgãos ambientais, como o Ibama ou a Polícia Ambiental. O tratamento dispensado depois, porém, irá variar de acordo com a espécie. “No caso do bugio, por exemplo, o Cetas (Centro de Triagem de Animais Silvestres) o acolheu porque ele precisava de cuidados. Há espécies, porém, que podem ser soltas na natureza imediatamente. Mas todas elas são catalogadas e monitoradas”, afirmou.

Em um documento da SMMA intitulado ‘A Cidade e Seus Bichos’, há menção aos riscos de se capturar todo e qualquer animal silvestre encontrado em meio urbano. “Esse efeito ‘tira daqui e bota em outro lugar’ pode causar, a médio prazo, uma migração forçada de animais. Mas [já existe] uma nova abordagem que permite, após o tratamento e microchipagem, a soltura de animais silvestres nativos em praças e parques da cidade”, diz trecho do documento.

Como são muitos grupos animais e a ocorrência deles depende das características de cada região, é comum encontrá-los em áreas distintas. Os bugios, por exemplo, estão mais na região sul de Curitiba, mas um deles foi visto no Uberaba – leste da cidade. Para não se assustar com uma aparição como essa, a regra é simples: deixe de lado a ‘biofobia cosmopolita’, acione os órgãos ambientais e desfrute do encontro.

 


Fonte Gazeta do Povo

 


 
 
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