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Mercado discute impacto da Covid-19

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Na última quinta-feira (9), o CCVB realizou um painel híbrido (digital e presencial), que discutiu o impacto econômico da Covid-19 no setor de eventos e turismo em Curitiba. A transmissão aconteceu no Grand Hotel Rayon, com a presença de Paulo Iglesias (Presidente do CCVB) e mediação de Patrícia Albanez (Coordenadora Estadual de Turismo no Sebrae) que conversaram, de forma remota, com representantes das instituições locais e estaduais do segmento.

O início do painel abordou as principais dificuldades do trade de turismo de negócios e eventos, setor que acumula perdas na casa dos R$ 80 bilhões apenas nos dois primeiros meses de pandemia. “Nós temos uma previsão de que, a partir de setembro, a cidade estará mais segura para dar início às atividades. Por isso, é importante não paralisar os projetos no sentido de estarmos prontos para quando esse momento acontecer”, afirmou Tatiana Turra, Presidente do Instituto Municipal de Turismo de Curitiba.

Entretanto, de acordo com Beatriz Battistella Nadas, Superintendente Executiva Municipal de Saúde, esse prognóstico pode mudar a depender da capacidade de transmissão do vírus na cidade. “A vacina será a única resposta efetiva contra a pandemia. Não existe solução mágica para essa doença, a não ser a prevenção do contágio”, observou.

A incerteza acumulada talvez seja a maior angústia dos empresários, destacou Luciano Bartolomeu, Diretor Executivo da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel). “As empresas do segmento estão sem atuar desde março. Não sabemos se os eventos irão retornar realmente a partir de outubro, por exemplo, mas enxergar essa luz do fim do túnel é muito importante para nós”, comentou.

A percepção foi compartilhada por praticamente todos os participantes. “Em alguns meses de março, tivemos os hotéis fechados ou praticamente sem hóspedes. Hoje, quem está aberto, está sofrendo muito porque é necessário manter um empreendimento muito custoso”, comentou Orlando Kubo, Presidente da Associação Brasileira da Indústria de Hotéis do Paraná (ABIH-PR).

“Temos em torno de 60 ou 70 agências paradas, que atendem a área de eventos de recepção em Curitiba e Região Metropolitana. Dessas, estima-se que 30 a 35% não irão mais abrir. Nosso setor foi o mais impactado porque não temos produto e não há perspectivas de vendas”, destacou Roberto Bacovis, Vice-Presidente da Associação Brasileira das Agências de Viagens do Paraná (ABAV-PR).

A dificuldade em conseguir crédito no atual momento foi outro assunto abordado pelos representantes e empresários durante o painel. “Sem ajuda do governo, nosso setor não tem como sobreviver a curto e médio prazo. A maioria dessas empresas de prestação de serviço são micro e pequenos empreendimentos, que não tem fôlego para passar por todo esse tempo parado”, explicou Paulo Iglesias, Presidente do CCVB.

“Estamos amargando grandes prejuízos e precisamos do apoio dos bancos com linhas de crédito especiais para sobreviver. Esperávamos uma retomada para o segundo semestre, mas se acontecer, será muito tímida. E ainda assim, não vai conseguir gerar faturamento suficiente para cobrir os custos”, confirmou Jonel Chede, Vice Presidente do Sindicato Empresarial de Hospedagem e Alimentação (SEHA).

Presidente da Paraná Turismo, Jacob Mehl também expressou sua preocupação com a dificuldade das empresas conseguirem recursos com os bancos. “Nosso setor estava funcionando bem e conta com pessoas capacitadas à frente. Porém, com a pandemia, as perspectivas mudaram, o que também deve fazer com que as condições para os empréstimos mudem, fazendo com que seja possível esse acesso”, afirmou.

A pauta também foi discutida por Fábio Skraba, Presidente da Associação Brasileira de Empresas de Eventos do Paraná (ABEOC-PR). “Temos que fazer com que esse auxílio chegue nas empresas. Talvez, por exemplo, criar um espaço de debate em que sejam discutidas essas formas e condições”.

Representante da Fecomércio, Giovanni Bagatini destacou a importância do setor para a economia local. “Cada evento cancelado impacta, em média, em 10 empresas de forma direta. Temos que aprender a lidar com a Covid-19 porque, momentaneamente, ela veio para ficar. Agora nos cabe seguir todos os protocolos e esperar que o momento seja o mais breve possível”.

Diante cenário atual e das dificuldades encontradas, Alexis Pagliarini, Presidente Executivo da Associação de Marketing Promocional, destacou que, pelo lado positivo, a pandemia deve deixar um legado de reinvenção para os negócios. “Começamos a vislumbrar uma retomada em que as empresas tenham um leque de serviços e opções maior, ampliado pela necessidade da crise”, finalizou.

O painel contou com o patrocínio da Giga - Soluções Audiovisuais, Grand Hotel Rayon e Mark Messe.




 


 
 
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