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Um pulinho no vizinho

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Estar próximo a um destino mais badalado e frequentado não significa que o lugar só mereça uma visita rápida. Ao redor do mundo, algumas cidades têm vizinhos tão ou mais bonitos e interessantes que o destino original. Mas a modalidade de bate-volta a partir de cidades-polo mais conhecidas é uma maneira de não perder a chance de ver algo exuberante que estava muito perto antes de voltar para casa.

Estratégia de viajantes experientes para maximizar o tempo e economizar dinheiro, o bate-volta é muito mais fácil do que parece. O importante é definir quando o pulinho vale a pena.

Seja pela distância ou atrações, nem sempre é possível conhecer os arredores das cidades maiores. Numa viagem, principalmente para o exterior, o tempo é precioso. Por isso, é interessante evitar deslocamentos para lugares distantes e que exijam muitas horas (ou dias) para ser bem explorado. Para o bate-volta valer a pena, o ideal é escolher cidades pequenas e próximas, com trajetos que possam ser cobertos em uma ou duas horas, tanto de carro, como de trem.

Como exemplo de um bom bate-volta, o engenheiro civil curitibano Roberto Ghidini cita a capital da Espanha. “Em Madri existem os sítios reais: La Granja de San Ildefonso, em Segóvia; o El Escorial, em San Lorenzo; o Palácio de Aranjuez e o Palácio de Rio Frío. Todos muito próximos a Madrid e de uma beleza imperdível”, afirma. Toledo, cidade medieval localizada a menos de uma hora de Madri, também é uma alternativa de bate-volta. Dá para sair cedo, logo depois do café da manhã, pegar um trem, conhecer o Alcázar e a deslumbrante Catedral, e voltar antes do jantar.

Pesquisa

A estratégia de bate-volta é indicada para quem tem um pouco mais tempo em destinos de referência e pode se deslocar para conhecer a vizinhança. Uma boa pesquisa antes de embarcar para a cidade principal vai ajudar a elaborar o roteiro para conferir os arredores. Sites como o TripAdvisor (www.tripadvisor.com) e Lonely Planet (www.lonelyplanet.com) podem ajudar. Conversar com amigos que já viajaram e procurar opiniões de turistas experientes ou moradores locais também são ferramentas eficientes. Na internet há fóruns onde pessoas discutem apenas bate-voltas.

Importante lembrar que um pulinho no vizinho fica mais complicado de ser feito se o turista tiver compromisso com excursões ou grupos de viagem. Bate-volta é indicado para quem viaja de maneira independente, para programar as escapadas em roteiros mais pessoais ou nos dias livres dos pacotes de viagem.

Curitiba e Foz têm redondeza ilustre

Os principais destinos turísticos do Paraná, Curitiba e Foz do Iguaçu, também estão cercados de vizinhos atraentes. Quem já passou pelos pontos “obrigatórios” do roteiro ainda tem um leque considerável de bate-voltas. A dica vale tanto para o litoral quanto o interior.

A partir de Curitiba, a sugestão é pegar a BR-116, no sentido São Paulo, até a entrada da Estrada da Graciosa, antigo acesso às praias. São 28 quilômetros em pista simples, cheia de recantos naturais, lojinhas de produtos típicos, mirantes e belas paisagens. Lá também está o Rio Nhundiaquara, que dá para ser percorrido de boia. É uma esticada que vale o dia inteiro de passeio.

Quem não tem carro pode conhecer a Serra do Mar de trem. A Litorina de Luxo, da Serra Verde Express, leva três horas entre a capital e Morretes, com espumante no serviço de bordo. Ao chegar no litoral, o visitante ainda pode provar o barreado. Os trens partem da Rodoferroviária de Curitiba, aos sábados e domingos, às 9h15. O passeio custa R$ 270 por pessoa.

O Parque Estadual de Vila Velha, em Ponta Grossa, é outra opção de vizinhança bacana. Localizado a 126 quilômetros da capital e tombado como Patrimônio Histórico e Artístico Estadual em 1966, o parque de 3 mil hectares é famoso pelas esculturas naturais de arenito e a formação de furnas, depressões circulares de 80 metros de diâmetro, com até 100 metros de profundidade. Fica aberto de quarta a segunda, das 8h30 às 15h30. A entrada custa R$ 10 por pessoa. A dica é chegar cedo.

Foz do Iguaçu também tem um vizinho de peso. San Ignácio, na Argentina, merece ser colocada no roteiro antes mesmo de sair de casa. As ruínas de San Ignácio Miní, a três horas de Foz do Iguaçu, foram construídas pelos jesuítas no século 17, e tombadas como Patrimônio da Humanidade desde 1984. É a redução que mais guarda semelhanças com o projeto original, depois de restauro na década de 40. Diferentes empresas oferecem passeios até o local. A Iguassu Falls Tour (www.iguassufallstour.com) tem saídas regulares as quartas e sábados, a partir de R$ 100 por pessoa.




 


 
 
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